Alterações genéticas e a sociedade: estudantes realizam trabalho com foco na saúde mental

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Alterações genéticas e a sociedade: estudantes realizam trabalho com foco na saúde mental

            Com o intuito de apresentar as diferenças nos conceitos de transtorno, doença e síndrome, os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental II do Instituto Nossa Senhora da Glória – INSG/Castelo – realizaram pesquisas para conhecer as síndromes causadas por alterações genéticas quanto ao número e formato dos pares de cromossomos, discutindo conceitos específicos importantes sobre cariograma e cariótipo dos indivíduos.

            Os trabalhos “As alterações genéticas e a sociedade” fazem parte do estudo sobre a Divisão Celular em Biologia e teve como objetivo refletir também sobre O Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência (celebrado no dia 21 de setembro).

            A professora de Biologia, Sara Nállia da Costa, explicou que durante as apresentações pela Plataforma Microsoft Teams, os alunos levantaram questionamentos como: O que é ser inteligente? E como é possível medir a inteligência? O que nós podemos fazer sobre as políticas públicas para inclusão de pessoas com deficiências?

            “Nesta nova geração, não cabem vocábulos e padrões trazidos por outras. É preciso formar jovens capazes de ver o outro e também a si mesmos com olhos de amor. Com olhos de quem tenta, erra e acerta, mas sente gratidão, pois sabe que dentro de cada indivíduo, com ou sem deficiências, existe um universo inteiro”, ressalta Sara, revelando que a aluna do 9º ano C, Letícia Dutra, por exemplo, enriqueceu seu trabalho ao mencionar a Lei 13.146/15, conhecida como a Lei de Inclusão, que visa às garantias fundamentais para a equiparação de pessoas com deficiência em relação à sociedade, buscando a diminuição da desigualdade.

            De acordo com a estudante do 9º ano B, Júlia Coelho, a abordagem que mais lhe chamou atenção foram os tipos de inteligências. “Crescemos com a mentalidade de que somos inteligentes se tirarmos uma nota boa na prova, caso contrário, levamos o título de incapazes. O fato é que, em nossa realidade, alguns tipos de inteligências são mais valorizados do que outros. Às vezes uma pessoa não vai bem nas provas, mas joga algum esporte muito bem. Por isso, não podemos generalizar esse tema e sim se aprofundar e ir descobrindo qual tipo de inteligência se encaixa melhor com cada habilidade”, disse.   

Texto: Moira Paula

Fotografia: Divulgação

Assessoria de Comunicação Salesiana

2020-09-29T14:57:19-03:00 29 setembro, 2020|Colégio, Ensino Médio, Fundamental II|